segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Milhão e meio de crianças na África morrem sem acceso a água potável




   



Mais de um milhão e meio de crianças com menos de cinco anos morrem anualmente - 4.200 diariamente - devido à falta de água potável, informou o Fundo das Nações Unidades para a Infância (Unicef). 




No total, mais de um bilião de pessoas no mundo não têm acesso à água potável, enquanto 2,6 biliões são desprovidas de qualquer tipo de saneamento básico, lamentou o Unicef no relatório intitulado "Progresso para as Crianças". A directora-geral da organização, Ann Veneman, pediu que os esforços sejam redobrados até 2015, meta estabelecida pela ONU para reduzir à metade a população sem acesso a este recurso vital. "O progresso feito até agora no maior número de pessoas com acesso a água limpa foi impressionante", declarou Veneman em um comunicado. 
"No entanto, a falta de água limpa e de saneamento básico contribuem para a morte de uma estimativa de 1,5 milhão de crianças abaixo dos cinco anos vítimas da diarréia", acrescentou. A falta de água potável também está relacionada com doenças infecciosas, como a pneumonia.
Segundo o relatório, 75 países em desenvolvimento conseguirão em 2015 o objectivo de reduzir à metade a população sem acesso à água, cinco fazem progressos, ainda que insuficientes, e 23 estão longe de atingir meta. A África subsahariana continua a ser uma região de grande preocupação, acrescentou o documento. Desde 1990, 1,2 bilião de pessoas ganharam acesso ao saneamento básico, com o aumento da cobertura de 49% para 59%, segundo o Unicef.
"Apesar do progresso louvável, uma estimativa de 425 milhões de pessoas abaixo dos 18 anos não têm acesso a um implementado abastecimento de água e mais de 980 milhões não têm acesso a um saneamento adequado", acrescentou. "A água limpa e o saneamento são pré-requisitos vitais para melhorar a nutrição, reduzir a mortalidade infantil e materna e a luta contra as doenças", emendou.

Segundo o Unicef, a implementação do saneamento pode reduzir as doenças causadas pela diarréia em crianças pequenas em mais de um terço. Com melhores práticas de higiene, tais doenças podem ser reduzidas em dois terços


domingo, 24 de agosto de 2014

A Aids Na África



                       A Aids Na África
                          
A África enfrenta inúmeros problemas, especialmente sociais. No entanto, nas últimas décadas uma doença tem impedido o desenvolvimento do continente, a AIDS. A contaminação começou no início dos anos 80, expandindo-se rapidamente, pois em 1990 já existiam 10 milhões de infectados.

A partir dessa década até os dias atuais o número de infectados elevou-se mais de quatro vezes, são aproximadamente 42 milhões em todo continente. Resultando em uma mortandade de 22 milhões de pessoas e 13 milhões de órfãos.

A doença tem uma participação negativa na configuração do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) dos países africanos no que diz respeito à esperança de vida, isso porque o índice de mortalidade é alto.

O impacto da AIDS não se restringe somente à perda de vidas, mas também interfere diretamente na composição da PEA (População Economicamente Ativa) dos países, camada da população composta por adultos que se encontram inseridos no mercado de trabalho e podem gerar renda, pois pode comprometer um possível desenvolvimento.

Grande parte dos países africanos está perdendo maciçamente seus adultos, por exemplo, um em cada três adultos está contaminado em Botsuana, Lesoto, Suazilândia e Zimbábue; um em cada cinco adultos se encontra infectado na Namíbia, África do Sul e Zâmbia; e um em cada vinte nos outros países.

Na África, a doença atinge todas as classes sociais, professores, agricultores, operários e funcionários públicos, entre outros. Para se ter um ideia, somente Zâmbia teve um baixa de 1.300 professores em consequência da AIDS, ou seja, dois terços dos formandos de um ano. Estimativas revelam que até 2020 os países africanos deverão perder um quatro da força de trabalho.

A África Subsaariana responde por 70% dos casos de AIDS, no entanto, isso não quer dizer que a África Islâmica esteja imune dos profundos impactos decorrentes da doença. Os rumos da epidemia são determinados pelos aspectos sociais e as iniciativas implantadas para contê-la. As perspectivas são pessimistas quanto ao número de contaminação, calcula-se que até 2025 a África tenha, aproximadamente, 200 milhões de pessoas contaminadas.
·         Moral
Sendo a relação sexual o principal meio de infecção pelo HIV, a falta de claros padrões morais evidentemente ajuda a espalhar a doença. Mas muitos acham que não é prático recomendar a abstinência sexual para os não-casados. “Simplesmente pedir aos adolescentes que se abstenham de sexo não dará certo”, escreveu François Dufour no jornal The Star, de Johanesburgo, África do Sul. “Eles são bombardeados diariamente com imagens eróticas sobre como deveria ser o seu visual e como deveriam se comportar.”
A conduta dos jovens parece confirmar essa avaliação. Por exemplo, uma pesquisa num certo país revelou que cerca de um terço dos jovens de 12 a 17 anos já havia tido relações sexuais.
O estupro é encarado como problema de emergência nacional na África do Sul. Um artigo no jornal Citizen, de Johanesburgo, disse que o estupro “aumenta tanto que supera qualquer outro risco à saúde das mulheres neste país e, cada vez mais, à de seus filhos”. O mesmo artigo observou: “A violação de crianças dobrou nos tempos recentes . . . Pelo visto, esses atos são cometidos na perpetuação do mito de que um portador do HIV que violenta uma virgem será curado.”
·         Doenças sexualmente transmissíveis (DST)
 O índice de DSTs na região é elevado. A revista South African Medical Journal observou: “A presença de uma DST aumenta de 2 a 5 vezes o risco de contaminação pelo HIV-1.”
·         Pobreza
Muitos países na África lutam contra a pobreza, que cria uma condição favorável à propagação da Aids. Certas coisas consideradas necessidades básicas nos países desenvolvidos nem existem em muitas regiões nos países em desenvolvimento. Grandes comunidades não têm energia elétrica nem acesso à água tratada. Em áreas rurais as estradas são ruins ou inexistentes. Muitos moradores são desnutridos e faltam bons hospitais. A Aids tem um impacto negativo sobre os negócios e a indústria. Com cada vez mais empregados infectados, as empresas mineradoras sentem os efeitos da queda de produção. Para compensar, algumas estudam meios de automatizar e mecanizar certas operações. Numa certa mina de platina, calculou-se que os casos de Aids entre os empregados quase dobraram no ano 2000, e uns 26% dos trabalhadores estavam infectados.
Um triste resultado da Aids é o grande número de crianças que se tornam órfãs quando seus pais morrem da doença. Além de perder os pais e a segurança financeira, essas crianças têm de suportar o estigma ligado à Aids. Em muitos casos, os familiares mais próximos ou as comunidades são pobres demais para dar assistência, ou não querem dar. Muitos órfãos saem da escola. Alguns se prostituem, disseminando ainda mais a doença. Vários países criaram programas governamentais ou particulares para dar assistência a tais órfãos.
·         Ignorância
Grande número dos infectados pelo HIV não sabe disso. Muitos não querem fazer o teste por causa do estigma ligado à doença. “Os portadores do HIV, ou suspeitos de que sejam, podem ser excluídos dos cuidados médicos, impedidos de arranjar moradia ou emprego, evitados por amigos e colegas, recusados para cobertura de seguro ou para entrada em países estrangeiros”, segundo uma nota à imprensa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Alguns foram até assassinados quando se descobriu que eram portadores do HIV.
·         Cultura
Em numerosas culturas africanas, muitas vezes não se permite às mulheres inquirir seus parceiros sobre casos extraconjugais, recusar relações sexuais ou sugerir práticas sexuais mais seguras. Crenças culturais não raro refletem ignorância ou recusa de aceitar a realidade da Aids. Por exemplo, alguns talvez culpem a feitiçaria pela doença e recorram à ajuda de feiticeiros.
·         Assistência médica inadequada
Hospitais já precários têm sido sobrecarregados ainda mais em razão da Aids. Dois grandes hospitais informam que mais da metade dos pacientes são soropositivos. O chefe de um hospital em KwaZulu-Natal disse que suas dependências operam com uma capacidade de 140%. Às vezes, dois pacientes ocupam a mesma cama e um terceiro fica no chão, debaixo dela! — South African Medical Journal. Por mais trágica que seja a situação na África, os indicadores são de que pode piorar. 


                   Gabriel Souza Machado Nº10 3ºB

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

fome afeta uma sexta região da Somália, e a situação se agravará, já que a ajuda humanitária não aumentará, anunciou a ONU nesta segunda-feira. Segundo a organização, 750.000 correm o risco de morrer nos próximos quatro meses.
O limite da fome foi superado ante a desnutrição aguda e o índice de mortalidade registrado na região de Bay, sul da Somália, em consequência de uma seca devastadora no Chifre da África, destacou a ONU. "Se o nível atual de resposta (a crise humanitária) continuar, a fome seguirá progredindo nos próximos quatro meses", adverte em um comunicado a Unidade de Análises da ONU para a Segurança Alimentar e a Nutrição (FSNAU).
No total, 4 milhões de pessoas estão em situação crítica na Somália, das quais 750.000 correm o risco de morrer nos próximos quatro meses na ausência de uma resposta adequada em termos de envio de ajuda", completa o texto. "Dezenas de milhares de pessoas já morreram, sendo que mais da metade eram crianças", recorda a FSNAU.
O estado de fome responde a uma definição estrita das Nações Unidas: pelo menos 20% das residências confrontadas com uma grave penúria alimentar, 30% da população com desnutrição aguda e uma taxa de mortalidade diária de dois sobre 10.000 pessoas.
A região de Bay, a última declarada em fome pela ONU, é controlada pelos insurgentes islamitas shebab, assim como grande parte do sul e do centro da Somália, e inclui sobretudo a cidade de Baidoa, uma das principais do país. No total, 12,4 milhões de pessoas residentes no Chifre da África sofrem com a pior seca em décadas e precisa de ajuda humanitária, segundo a ONU.
A Somália é o país mais afetado em consequência da guerra civil iniciada em 1991, que destruiu boa parte das infraestruturas e dificulta muito o acesso ao centro e ao sul do país.
Canais eficientes de doação, segundo especialistas:
Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância
http://www.supportunicef.org/site/pp.asp?c=9fLEJSOALpE&b=7542627>

Fundo da agência das Nações Unidas para refugiados

http://www.unhcr.org/pages/49c3646c368.html

Conselho de Refugiados da Noruega

http://www.nrc.no/donate

American Refugee Committee

https://secure2.convio.net/refc/site/Donation2?idb=0&df_id=1020&1020.donation=form1&JServSessionIdr004=kn98crwx05.app209a

Gift of the Givers

http://www.giftofthegivers.org/contact-us/index.php
(Com agência France-Presse)

domingo, 17 de agosto de 2014

Natureza africana

Natureza Africana

As pessoas a todo o momento vêem a África como um continente pobre, sem nada atraente, que desperte a curiosidade de conhecer. Porém por mais que exista um alto grau de pobreza a áfrica possui aspectos interessantes e bonitos de se ver.
A África possui uma grande quantidade de recursos naturais, mas as pessoas costumam priorizar a visita à países europeus, mal imaginam o que podem encontrar nos países africanos! Mal sabem a gama de lugares, paisagens e belos rios que deixam de conhecer no continente, ao fazer essa escolha equivocada.
Serão mostrados a seguir, alguns desses recursos naturais:
Um deles é o Rio Nilo, com 6.695 km é o maior rio africano e, o segundo maior do mundo. Esse fator torna a África, destaque nos estudos de hidrografia.  
Relevo

 A África é  constituída em sua maior parte por Planaltos que por sua vez são cercados de montanhas denominadas Maciço. O relevo africano é muito antigo e passou por muitos processos erosivos ao longo do tempo. Veremos outros tipos de relevo encontrados na África:

Cadeia do Atlas: conjunto montanhoso localizado ao norte do continente. Estende-se do Marrocos até a Tunísia.
-Cadeia do Cabo: conjunto de montanhas que se localiza no sul do continente africano.
-Maciço da África Centro-Oriental: conjunto de montanhas que se formou devido a erupções vulcânicas e estende-se da Somália até a Tanzânia. Encontra-se adjacente ao Oceano Índico. Nesta região destacam-se os pontos mais altos do continente africano como o Rift Valley, Quilimanjaro e o Quênia.
-Maciço da África Centro-Ocidental: conjunto de montanhas que se encontra na costa atlântica no qual se destacam o Fouta, Djalon, Maciço de Camarões. Estas são formações antigas e suas alturas ultrapassam 2 500 metros de Altitude.
Hidrografia
A África se destaca sobre outros continentes no estudo de hidrografia, já que, a título de curiosidade, possui o segundo maior rio do mundo.
-Rio Nilo: o segundo maior rio em extensão do mundo com 6 695 km (perdendo apenas para o rio Amazonas - Brasil), e o primeiro rio no continente africano.
 -Rio Níger: Nasce no leste da África, corta Mali, Níger e Nigéria.
 Estes são os principais rios do continente África. É o 12° maior do mundo.               

Clima
A África possui clima bastante variado, desde o clima equatorial ao subtropical. A grande temperatura no continente se dá pelo fato de que o relevo impede que o ar entre na África e também pela sua maior parte estar na zona intertropical da África.

Grande parte da África está na zona Intertropical da Terra, recebendo muito calor. Outro fator que explica a grande temperatura no continente é o relevo, o ingresso de massas de ar na África.
-Clima Equatorial: ocorre no centro do continente com temperaturas que variam entre 25°C e 30°C, com chuvas, por ano. Um exemplo desse tipo de clima é a floresta equatorial do Congo.
-Clima Tropical: situa-se ao redor das floretas equatoriais. As temperaturas variam de 22°C a 25°C, e chuvas por ano.
-Clima Desértico: O clima desértico, como o nome já diz, ocorre no deserto do Saara, no norte do continente e nos desertos do Namíbia e Calaari.
-Clima Subtropical: predomina o extremo norte e sul, com temperaturas entre 15°C e 20°C ao ano.

Vegetação
A vegetação do continente africano varia de acordo com o clima. Embora nos desertos ela apresente vegetação escassa, nos oásis crescem palmeiras e nas zonas temperadas há bosques baixos de pinheiros e carvalhos, e vegetação de arbustos.

-Em lugares onde o clima é tropical, a vegetação apresentada é a savana, que é o tipo de vegetação mais abundante no continente africano.
-Em lugares onde o clima é desértico, após chuvas ocorrem alguns arbustos.
-Nas zonas Intertropicais desenvolvem-se as florestas equatoriais.
Outros tipos de vegetação são os estepes, gramíneas e a fauna.




Gabriela maldonado n 11 3b

Natureza África - A Fauna e a Flora em África

Natureza África - A Fauna e a Flora em África


A África é um continente onde a natureza tem um lugar especial, é um continente virgem na qual se destacam vários ecossistemas diversificados, aqui destaca-se zonas montanhosas, paisagens, zonas de arbustos, florestas tropicais, tudo em diferentes zonas climáticas.

Em África, existem vários ecossistemas que foram encontrados no Norte de África em Magreb, o Sahara, a Savana, desertos como por exemplo o deserto de Kalahari, da Namibia, ou os grandes lagos no centro do continente. Além disso, também é de destacar a alta montanha, o Kilimanjaro ou o Atlas como os mais destacados, bem como as áreas de floresta negra. Entre as suas ilhas e arquipélagos destaca-se Cabo VerdeMadagáscarSeychelles, Maurícias, ou a Ilha de Zanzibar.

África é o principal destino do mundo para todos os amantes da natureza e de aventura, percorrer África pode ser uma aventura, desfrutar da fauna e da flora, das plantas endémicas e das suas flores, bem como das espécies animais, que só se podem encontrar neste continente, é uma oportunidade incrível para qualquer amante da natureza.

A savana, a floresta, o lago, o mar ... os ecossistemas são variados, incluindo locais como o Kalahari ou do Serengeti, conhecida mundialmente pela sua beleza, bem como o Lago Vitória e do Lago Tanganica, os dois mais importantes do continente localizados na região do Sudão, do Congo, da Tanzânia e do Quénia, mas não pode esquecer também a extrema beleza do deserto do Sahara, ou do deserto da Namibia, na selva do Congo, os parques naturais da África do Sul, etc 







 Gabriela maldonado n: 11 3 B...